segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Baile na igreja Santa Luzia, no bairro Jardim Antárctica.


Vereador Beto Cangussu, família e amigos no Baile na igreja Santa Luzia, no bairro Jardim Antárctica, dia 03 de agosto de 2013.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

SEMINÁRIO "Caminhos para o acesso a moradia"

Vereador Beto Cangussu organiza o seminário "Caminhos para o acesso a moradia"



Foi realizado na Câmara Municipal de Ribeirão Preto O Seminário "Caminhos para o acesso a moradia", sábado, dia 03 de agosto. Organizado pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara de Vereadores de Ribeirão Preto (presidida pelo Vereador Beto Cangussu), Movimento Pró Moradia e Cidadania e União dos Movimentos de Moradia de São Paulo.
Palestraram  Marco Antônio Alves Jorge (urbanista, arquiteto e Conselheiro Estadual de Habitação), Raimundo Bonfim (Coordenador Geral da Central de Movimentos Populares de São Paulo), Evaniza Rodrigues (assistente social, mestre em arquitetura e urbanismo e consultora da presidência da Caixa Econômica Federal) e Sidnei Euzébio Pita (Coordenador Nacional da União Nacional de Moradia).
Debateram-se os instrumentos positivos e negativos encontrados na legislação mediante atuação prática dos movimentos sociais de moradia, experiências de mobilização, levantes e articulações dos movimentos sociais com as comunidades, experiência regionais na luta por moradia e experiências com o programa do governo federal Minha Casa Minha Vida - Entidades.
O Vereador Beto Cangussu encerrou o seminário ressaltando a importância dos movimentos buscarem seus direitos e se organizarem na busca da moradia.


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Jornal BETO INFORMA - 1º SEMESTRE





Para receber o Jornal impresso do Vereador Beto Cangussu, ligue para (16) 3607 4082

SAINT GERARD - TV CLUBE 31 DE JULHO DE 2013



O vereador Beto Cangussu protocolou uma representação com pedido de instalação de Inquérito Civil, junto ao Ministério Público, solicitando que fosse cumprida a Lei Completar nº 2293, de 2008, que doou área institucional à Associação dos Amigos do Saint Gerard, pelo  período de 32 anos.
Como contrapartida da doação, em conformidade com o parágrafo único do artigo 2º da Lei, a Associação deveria construir uma creche no Bairro Antônio Palocci, destinada à comunidade carente daquela localidade,  para atender  no mínimo 100 crianças, no prazo de 03 anos da promulgação da Lei.
Devido ao não cumprimento do disposto na Lei, o vereador solicitou a imediata construção da creche ou a retomada da área que foi destinada a Associação dos Amigos  do Saint Gerard

CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA


“Escutar, interpretar e posicionar-se sobre as vozes das ruas”

O entendimento sobre as manifestações de junho em nosso País continuam instigando-nos sobre a sua significação. Quais foram às causas que levaram à mobilização? Qual o perfil dos manifestantes que foram às ruas? Qual a natureza ideológica e ou programática das pautas existentes nas manifestações? As manifestações levarão a um avanço ou a um retrocesso em nossa incipiente democracia? Analisar essas questões pode apontar um caminho.
1º) Ante as práticas da maioria de nossa classe política,e a campanha sistemática dos grandes meios de comunicações em “denegrir a imagem da política e dos políticos”, igualando-os, como se fossem “farinha do mesmo saco”, é natural que as manifestações de junho tivesse como ponto central a rejeição aos políticos e a negação da política. Quem está no governo, foi o alvo principal dos manifestantes.
2º) Ao analisar a média de idade dos manifestantes, poderíamos afirmar que se tratou na maioria de jovens de 20 a 25 anos. Em 2003, quando assumiu o governo do PT, eles tinham de 10 a 15 anos, portanto, não conheceram uma realidade de inflação, juros, dólar e desemprego altos, estagnação econômica, baixos investimentos sociais, ausência de política para a juventude, etc. O bordão das manifestações “o gigante acordou”, além de pretensioso não corresponde à realidade das lutas democráticas desse país nas últimas décadas. O “gigante” (povo) já está nas ruas há muito tempo: na luta contra a ditadura, na luta pelas “Diretas”, na luta pela “constituinte de 88”, no impechament do Collor, na luta pela Reforma Agrária, na Luta pela jornada de 40 horas semanais, dentre outras. Se alguém ‘acordou’, não foi às gerações passadas, foram às novas gerações. Temos, portanto, um problema geracional de entendimento sobre o Brasil Atual e o Brasil do passado pós ditadura militar.
3º) Na pauta das reivindicações da “manifestações de junho”, não vimos cartazes com “Mais Emprego”, “Mais Habitação”, “Abaixo a Inflação”, “Universidade para Todos”, o que vimos foi uma multiplicidade de reivindicações: “Mais Saúde”, Mais Educação”, “Transporte Gratuito”, “Menos Corrupção”, “Abaixo a Rede Globo”, dentre outras.
Em que pese os avanços alcançados na última década, (menor índice de desemprego, 40 milhões de pessoas saíram da pobreza, acesso dos jovens à Universidade, dentre outros), os manifestantes querem mais. É bom que isso tenha ocorrido.
4º) Ante a inexistência de uma oposição partidária com um programa alternativo viável, Os grandes meios de comunicação (a verdadeira oposição existente no Brasil), que num primeiro momento ficara contra os manifestantes, taxando-os de “baderneiros”, vislumbrou a possibilidade de manipular as “manifestações de junho” contra o governo federal, divulgando cenas que mostravam uma rejeição ao PT e ao governo Dilma, quando na verdade a rejeição era contra a política e os políticos em geral, inclusive com forte rejeição à própria Globo. Nesse primeiro momento, a mídia e seus interesses conservadores ganharam a disputa da comunicação. Entretanto, não significa que continuarão ganhando, até porque, passado o impacto e a letargia inicial, tanto o governo federal como as forças progressistas entraram em campo para também “jogar o jogo”, na disputa pelos rumos das “manifestações de junho”.
Em minha opinião, “as manifestações de junho” ajudaram a “chacoalhar” o PT e o governo federal, destravando algumas pautas paralisadas em razão de nossa “governabilidade conservadora”. A disputa está apenas começando.

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS